segunda-feira, 16 de novembro de 2015

MAAC


Entre os dias 3 a 5 de Novembro ocorreu, na Universidade de Sorocaba (UNISO) , a semana do MAAC (Mostra de atividades acadêmicas), proporcionando novas experiências as diversas profissões.
O objetivo foi gerar conhecimento e proporcionar novas informações. Além disso, foi pedido aos alunos que se direcionassem aos assuntos que lhes despertassem interesse e focar neles para obter um novo aprendizado.


Palestra Homeopatia

Um dos assuntos abordados, no MAAC, foi a Homeopatia. Nessa palestra foram mencionados alguns princípios da homeopatia, origem dos medicamentos, atuação do farmacêutico nessa área e a responsabilidade do profissional como administrador da farmácia. Abaixo segue um resumo sobre os temas tratados.


Pilares da homeopatia

*Lei dos semelhantes
*Experimentos do homem são
*Doses mínimas
*Medicamento único


Origem dos medicamentos

Reino vegetal:

-Plantas inteiras
-Partes de plantas
-Derivados

Reino Animal:

-Inteiros
-Partes
-Secreções
-Auto- isoterápicos (secreções do próprio organismo)


Farmacologia Homeopática

Alteração estrutural das moléculas do solvente (tamanho e ângulo) trabalho de Demangeat (1992),utilizando técnica magnética de ressonância.


Homeopatia: A informação

-Não é objeto
-É rápida
-Desenvolve memória
-Requer um veículo (ondas eletromagnéticas-clusters)
-É fortemente influenciada pelo contexto


O farmacêutico homeopata e a Farmácia

*Habilidades e conhecimentos:
-Conhecimento sobre as principais doenças, os tratamentos alternativos e complementares.
-Habilidade ao empregar linguagem adequada (técnica x atenção primária)
-Orientadores (Educadores)
-Incentivo á aderência ao tratamento proposto.


O farmacêutico homeopata e a homeopatia

-Conhecimento para manipulação dos medicamentos homeopáticos
-Formas de medicação:
*Solução
*Dose única líquida
*glóbulo
*Comprimidos
*Tabletes
*Pós
*Dose única sólida




Responsável por cuidar de algumas etapas administrativas:

-Imóvel /reformas
-Funcionários
-Treinamento
-Aspectos comerciais
-Divulgação
-Compras
-Investimento
-Gestão





Texto feito por Mayara e Jessica

Sibutramina

A Sibutramina é um dos remédios para emagrecer mais populares da atualidade. Por apresentar efeitos colaterais fatais e resultados milagrosos para emagrecimento, o remédio deve ser consumido com muita cautela.
Conhecido por ser uma solução para emagrecer rapidamente, este medicamento emagrecedor é um farmaco utilizado no tratamento da obesidade. Classificado no grupo dos medicamentos inibidores seletivos da recaptação da serotonina enorepinefrina (ou noradrenalina), é em outras palavras, um moderador de apetite que faz com que a pessoa não sinta fome e consuma menos calorias.
A Sibutramina foi classificada pela ANVISA como um remédio tarja preta vendido sob receituário azul, ou seja, você precisará de receita médica para obtê-lo. A ANVISA ainda complementou as regras para comprar o emagracedor obrigando que as prescrições ainda sejam acompanhadas de termo de responsabilidade entre o médico e o paciente.
Há pouco tempo, o medicamento foi proibido na Europa por causar aceleramento cardíaco (taquicardia) aumentando a probabilidade de acidentes cárdio vasculares. Pouco depois o medicamento foi liberado novamente.


Benefícios

* Acelera o Metabolismo: Maior gasto calórico exercendo atividades normais do dia-a-dia

* Inibe o apetite: Age no cérebro aumentando os níveis de serotonina e noradrenalina neurotransmissores que regulam as emoções reduzindo o apetite


Efeitos Colaterais

* Boca Seca

* Insônia

* Aumenta o risco de doenças cardiovasculares em pacientes com histórico de risco cardíaco

* Tontura


Contra-Indicações

* Gestantes ou Lactantes

* Pessoas com histórico de doenças cardiovasculares

* Hipertiroidismo


Comentário de Jéssica

A sibutramina atualmente é um dos medicamentos mais utilizado por pessoas com excesso de peso ou por homens e mulheres que querem manter a forma, ela tem a função de emagrecer inibindo a fome e dando a sensação de saciedade.
Esse medicamento pode ser usado somente com uma prescrição médica, onde o médico da todas as orientação da ajuda e do risco que esse medicamento pode trazer, pois o uso excessivo pode causar danos a saúde ou também até morte.







http://www.portaldieta.com.br/sibutramina/
http://www.mundodastribos.com/sibutramina-cuidados-e-como-comprar.html

terça-feira, 10 de novembro de 2015

A indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica brasileira e instalada no Brasil trabalha para afastar a ideia de que as inovações são desenvolvidas apenas nas matrizes das multinacionais, em outros países. A americana Pfizer, pioneira na produção de antibióticos, por exemplo, iniciou um projeto de “alta prioridade global no Brasil e no Chile”, informa Gabriela Cezar, diretora sênior para Brasil e America Latina de P&D, Inovação e Parcerias Estratégicas em Pesquisa. A Pfizer possui uma nova estrutura de pesquisa em câncer de pulmão em parceria com três centros brasileiros de referencia em pesquisa científica, diagnóstico e tratamento da doença.

Serão investidos US$ 21 milhões nesse programa, que terá duração de quatro anos para pesquisas e análise de dados. Desse total, US$7 milhões já foram investidos pela agencia de inovação InnovaChile, principal órgão de Desenvolvimento Econômico do Chile (Corfo). Segundo Gabriela, o trabalho envolve a analise do genoma do temos e, futuramente, pode reduzir a necessidade de exames invasivos como a biopsia, definindo tratamentos mais precisos, com melhor chance de sucesso.  “Esta abordagem, baseada na medicina de precisão, tem sido a pratica da Pfizer para levar tratamentos inovadores.”

As ações da Pfizer no Brasil ainda são infinitamente menores do que as adotadas no plano global. Em 2014, destaca Eurico Correia, diretor médico da filial brasileira, a companhia vai investir globalmente cerca de US$7 bilhões na descoberta de produtos. Hoje, o laboratório conta com um robusto pipeline com 82 programas em fases de estudos clínicos ou em registro. São moléculas em estudo em áreas como diabetes, colesterol, artrite reumatoide, lúpus, Alzheimer, esquizofrenia, dor, malária, osteoporose, câncer e vacinas.

Mesmo assim, o Brasil tem papel de destaque e presença importante na área de pesquisa clínica da companhia, assinala o executivo. Participa de 57 estudos clínicos, envolvendo mais de 1,5 mil pacientes brasileiros, e atualmente são pesquisadas 30 moléculas em cerca de 80 centros no país. “A qualidade científica e o talento dos cientistas brasileiros ocupam lugar de destaque na busca de competitividade global”, diz Correia.

O governo brasileiro, por seu lado, da a maior força para consolidar esse movimento de expansão dos investimentos e de novos medicamentos, avalia João Paulo Pieroni, gerente do departamento de produtos intermediários, químicos e farmacêuticos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De 2004 a 2013, o valor total do apoio do banco no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Complexo Industrial  da Saúde (Profarma – Inovação) foi de R$ 4,6 bilhões em 110 operações diretas, de financiamento reembolsável, não reembolsável e participação acionária, envolvendo projetos de reestruturação, produção, inovação e biotecnologia. Na terceira fase do Profarma, que se estende até 2017, o BNDES deve desembolsar mais R$ 5 bilhões. O objetivo principal, de acordo com Pieroni, está concentrado na construção da cadeia de P&D e produção em biotecnologia para saúde. “A intenção é induzir e apoiar planos estruturados de inovação e contribuir para ampliação de acesso a produtos e serviços de saúde.”

No ano passado, a participação dos investimentos em biotecnologia somou R$1,22 bilhão, correspondendo a 83% no valor total de projetos aprovados pelo BNDES. A Finep, vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, também tem recursos para apoiar a inovação no setor de saúde. Em janeiro, a agência divulgou uma relação de 13 projetos contemplados com recursos de subvenção econômica, no valor de R$ 70 milhões. Na esteira desse movimento, duas grandes empresas farmacêuticas, com foco em medicamentos biológicos – baseados em moléculas complexas, derivadas de seres vivos - , foram criadas no Brasil para competir com as gigantes internacionais do setor. Segundo dados apurados pelo grupo Farma Brasil, que representa os laboratórios farmacêuticos de capital nacional, as grandes empresas nacionais investiram R$516,5 milhões em pesquisa e desenvolvimento em 2013, o que representou uma média de 6% no faturamento das companhias.

“Nossa meta é produzir medicamentos diferenciados”, diz Ogari Pacheco, presidente e um dos fundadores da Cristália, um doa laboratórios que apostam na fabricação local dos biotecnológicos e que até o ano passado participou da Orygen, uma das superfarmacêuticas patrocinadas pelo BNDES. A companhia tem duas fábricas de biotecnologia no interior de São Paulo, uma delas inaugurada no ano passado com investimentos de R$ 120 milhões, está erguendo duas unidades adicionais – uma de peptídeos e outra de oncologia - , com investimentos de R$ 80 milhões e R$ 90 milhões, respectivamente. Opera com 2,5 mil funcionários diretos e mais 250 pesquisadores que atuam em parceria em centros de pesquisas do estado.

Na unidade de Itapira, a Cristália já produz em caráter experimental o hormônio humano do crescimento e o Interferon – proteína produzida pelo organismo usada no combate ao câncer sistêmico e à leucemia. Ambos os produtos estão em fase de testes clínicos. “Se tudo der certo, teremos a produção dos primeiros medicamentos biotecnológicos brasileiros entre 2016 e 2017”, acredita Pieroni, do BNDES.

Com faturamento de R$ 1,4 bilhão, em 2013, e investimentos em P&D de 4,7% da receita, sem englobar despesas com patentes (70 já registradas), licenciamento de produtos e marketing, a Cristália se posiciona como uma das principais parceiras do governo, especialmente em medicamentos biológicos de alto custo e complexidade. “Nunca houve tanto apoio financeiro como agora”, diz Pacheco. Os contratos da empresa com o BNDES e a Finep já somam cerca de R$ 300 milhões.

Para Antônio Britto, presidente executivo da Interfarma, que representa o setor, os passos que o Brasil dá no campo da inovação no setor farmacêutico são maiores que no passado, mas muito aquém dos realizados em outros países. “É visível o descompasso em relação ao que se faz no plano global”, diz Britto. “O mundo farmacêutico está investindo US$ 150 bilhões anuais em inovação, enquanto no Brasil são anunciados apenas desembolsos de US$ 200 milhões.” A questão, no entanto, não é apenas financeira. Sexto maior mercado farmacêutico do mundo, com vendas de R$ 58 bilhões, no ano passado, de acordo com o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo, o Brasil está em 156º lugar em termos de atratividade da inovação. “Somos o 19º país em pesquisa clínica no mundo”, reclama Britto. “Se o país quiser tomar o caminho da inovação, uma das tarefas inadiáveis será mudar a mentalidade dentro das universidades, para que elas se aproximem do setor privado.”

Também é preciso reduzir a burocracia, aponta Maria Cristina S. Amorim, economista e coordenadora do grupo de pesquisas e regulamentação econômica e estratégia empresarial com foco em saúde na PUC-SP. “Os marcos regulatórios precisam ser revistos. O Brasil tem uma regulamentação demasiadamente morosa para aprovar pesquisas clínicas ou licenciar produtos.”

A reclamação dos institutos de pesquisas acadêmicos vai na mesma direção. Aumentam os recursos do governo colocados à disposição dos projetos de inovação, há nos institutos universitários de pesquisa uma boa estrutura de laboratórios e corpo de pesquisadores bem formados, mas os atuais eixos regulatórios emperram um melhor relacionamento público-privado, aponta Marcelo De Franco, diretor substituto do Instituto Butantan, de São Paulo, um dos principais fornecedores de vacinas adquiridas pelo Ministério da Saúde, cujo programa de investimentos, orçado em R$ 220 milhões, prevê a construção e montagem de laboratórios de pesquisas em biotecnologia.

Por ser uma autarquia do governo do estado de São Paulo, o instituto não tem instrumentos jurídicos que permitam a realização de parcerias com o setor privado visando o desenvolvimento em comum de projetos inovadores. “Temos um portfólio de 45 patentes, 25 das quais poderiam ser licenciadas para empresas no modelo de parcerias público-privadas”, diz De Franco.

Para Henrique Kruger Frizzo, advogado especialista na área de Indústria Farmacêutica do Trench, Rossi e Watanabe Advogados, esses entraves geram insegurança ao empresariado e contribuem para dificultar o avanço das normas que regulam o relacionamento entre a indústria e institutos públicos de pesquisa. “Apesar dos avanços inegáveis da Lei de Inovação, que está completando dez anos, há necessidade de ajustes finos.”






Comentário de Vinícius:

O texto trás dados sobre o investimento do Brasil em pesquisas na área da indústria farmacêutica, e faz uma comparação entre a quantidade que o Brasil investe por ano e a quantia que outros países investem, mostrando como nosso país ainda esta atrasado em relação aos outros. Também pode-se ver ao longo do texto que um dos motivos para que isso ocorra é a quantidade de burocracia que existe no Brasil para iniciar pesquisas dentro dessa área, o que gera insegurança dos empresários do ramo farmacêutico.
































Leia mais: ictq.com.br http://ictq.com.br/portal/colunas-materias/pesquisa-e-inovacao-na-industria-farmaceutica#ixzz3r5fDTa11

Quem Somos


Eu sou Mayara, tenho 21 anos e moro em Sorocaba. Curso Farmácia na Universidade de Sorocaba e me interessei pelo curso devido às diversas áreas de atuação do profissional Farmacêutico, como a Indústria, a manipulação de medicamentos, a assistência farmacêutica, área de cosméticos e de alimentos. Fiz diversos cursos relacionados a área, como o de Educação em Saúde.
Minha função no Blog é postar sobre assuntos relacionados a Homeopatia e a remédios naturais.








Me chamo Vinícius, tenho 18 anos e moro na cidade de Porto Feliz. Atualmente estou cursando Farmácia na UNISO, e escolhi o curso devido a minha afinidade com química e meu interesse na área dos medicamentos e de sua preparação.
 Minha função no Blog é a de postar artigos sobre as pesquisas na área farmacêutica e suas novidades.






Meu nome é Jéssica, tenho 21 anos, moro na cidade de Piedade e estou graduando o curso de Farmácia na Universidade de Sorocaba. Me interessei nesse curso pois já fazem 5 anos que estou nesta área. Apesar das diversas áreas de atuação do farmacêutico, o meu maior desejo é o de trabalhar com o atendimento e a assistência farmacêutica.
Minha Função no Blog é postar sobre a função dos medicamentos mostrando sua atuação no organismo e seus efeitos colaterais.











Meu nome é Jessie, tenho 20 anos, moro em Tatuí-SP, sou estudante de Farmácia na Universidade de Sorocaba. Me identifico mais com a área de manipulação de remédios e análises clínicas. Ainda não trabalho na área. Escolhi farmácia porque é a profissão que me identifiquei mais e pelos diversos campos de atuação. No blog sou responsável por aplicação de notícias, como a cura do câncer entre outras.

domingo, 1 de novembro de 2015

Homeopatia

Homeopatia

A homeopatia é um sistema medicinal alternativo que contempla a totalidade do ser humano em detrimento de doenças isoladas. Ela atua por meio de estímulos energéticos desencadeados por medicamentos homeopáticos com o intuito de reequilibrar a energia vital dos pacientes.
A homeopatia é orientada por quatro princípios: lei dos semelhantes, experimentação na pessoa sadia, doses infinitesimais e medicamento único.
O princípio da lei dos semelhantes estabelece que uma doença específica pode ser curada pela substância capaz de reproduzir os mesmos sintomas da doença. Ou seja: o que causa mal a alguém “saudável” pode curar alguém doente. Se um veneno produz efeitos como vômitos em uma pessoa, a versão homeopática (diluída) desse mesmo veneno poderá tratar pacientes com problemas de vômitos recorrentes, e assim por diante.



Para que serve:
A homeopatia é frequentemente indicada para problemas do trato gastrointestinal, ginecológicos, dermatológicos, respiratórios e falta ou expressão exagerada de “resistência” (infecções virais e bacterinas frequentes e doenças alérgicas). Além disso, pode buscar a cura para problemas emocionais como a depressão. Contudo, pacientes que sofrem de distúrbios graves como diabetes ou câncer não devem substituir a terapia convencional – ainda considerada “soberana” em todo o mundo - por remédios homeopáticos, exceto com o consentimento do endocrinologista ou especialista responsável.
Empregando mais de 2000 remédios diferentes extraídos de substâncias vegetais, animais e minerais, a homeopatia se propõe a estimular o sistema imunológico e restaurar o equilíbrio energético do paciente com base nos sintomas e tratar qualquer doença, embora nem todos os indivíduos se beneficiem integralmente com a terapia.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a sua prática como medicina alternativa e complementar. No Brasil, foi reconhecida como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina em 1980 e é utilizada pelo Sistema Único de Saúde desde 2006.


Curiosidades:
Muitos pacientes observam que o início do tratamento homeopático parece agravar os sintomas de uma doença. Isso pode ocorrer, já que o medicamento homeopático pretende provocar no organismo uma doença artificial semelhante à doença natural, para estimular o organismo a corrigir o desequilíbrio. Entretanto, se os sintomas se tornarem graves, é sinal de que o medicamento homeopático está tendo uma ação excessiva e prejudicial ao corpo.


Comentário de Mayara:

A Homeopatia é uma forma alternativa de tratamento farmacêutico. Muitas pessoas optam por esse tratamento, pois ele é menos prejudicial à saúde do que os medicamentos sintéticos. No entanto, nem todos se adequam a esse tratamento. Atualmente, existem muitas clínicas Homeopáticas, aonde o profissional faz uma avaliação do paciente e a partir disso fabrica o medicamento. Vale ressaltar que a Homeopatia não é recomenda para pacientes com doenças graves. Fica a dica dessa forma de tratamento, pois em muitas pessoas, os efeitos são melhores que os obtidos com os medicamentos comuns.



Link: http://saude.ig.com.br/homeopatia/

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Pesquisador acredita que substância desenvolvida na USP cura o câncer

Pesquisador acredita que substância desenvolvida na USP cura o câncer

'A fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer', diz.
Pacientes entraram na Justiça para obter cápsulas em São Carlos, SP.

    Um professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) acredita que conseguiu desenvolver uma substância que pode curar o câncer. Gilberto Orivaldo Chierice coordenou por mais de 20 anos os estudos com a  fosfoetanolamina sintética, que imita uma substância presente no organismo e sinaliza células cancerosas para a remoção pelo sistema imunológico. “A fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer”, disse o especialista.

      Como mostrou o G1, a droga era fornecida gratuitamente em São Carlos, mas uma portaria da universidade proibiu a distribuição até o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e pacientes que tinham conhecimento dos estudos entraram na Justiça para obter as cápsulas. Procurada, a ANVISA disse que não identificou um processo formal para a avaliação do produto em seus registros e que não houve por parte da instituição de pesquisa nenhuma iniciativa ou atitude prática no sentido de transformar o produto em um medicamento. Segundo a agência, para obter o registro, além da requisição, é preciso apresentar documentos e análises clínicas.
Ele disse que procurou a ANVISA quatro vezes e foi informado que faltavam dados clínicos. "Essa é a alegação de todo mundo. Mas está cheio de remédios neste país que não têm dados clínicos", desabafou.
Pediu então à agência um hospital público onde pudesse realizar novos testes - os pesquisadores afirmam que, nos anos 90, a substância foi testada em um hospital de Jaú -, mas contou que não obteve retorno. A ANVISA nega que tenha sido procurada formalmente.

Ação
       O professor aposentado explicou que, com a ingestão das cápsulas, as células cancerosas são mortas e o tumor desaparece entre seis e oito meses de tratamento. "Mas é evidente que um caso é diferente do outro", afirmou, reforçando que o período pode variar de acordo com cada sistema imunológico.












Comentário de Jessie: 


     A Descoberta da Fosfoamina, remédio que possibilitaria a cura do câncer. Mas não há confirmação que foi realizado testes em humanos, testes que geralmente são realizados em qualquer produto antes de ser disponibilizado para a população, portanto não se conhece os efeitos colaterais, contra indicações. E, se o medicamento realmente seria eficaz no organismo humano e se todas as pessoas teriam respostas positivas quanto aos efeitos do medicamento.
Por isso não é viável que os portadores da doença queiram utilizar esse medicamento sem os testes adequados, pois esse pode agravar os sintomas da doença.


Link: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2015/08/pesquisador-acredita-que-substancia-desenvolvida-na-usp-cura-o-cancer.html

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Apresentação do Blog

O objetivo deste Blog será informar os leitores as novidades da indústria farmacêutica e trazer informações sobre medicamentos e ervas fitoterápicas, explicando sua função e atuação no organismo.
 Também serão apresentadas notícias relacionadas a área, as quais serão comentadas pelos integrantes do Blog.


As postagens serão feitas uma ou duas vezes por semana, sem horário fixo.



Esperamos que gostem ^-^